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quinta-feira, 29 de março de 2012

UM BREVE RESUMO DAS POSTAGENS SOBRE O CANDOMBLÉ



Estamos finalizando a primeira parte de postagens sobre o tema CANDOMBLÉ. Lembrando que a partir do dia 01 de Abril, mesmo sendo tido e conhecido como DIA DA MENTIRA para muitos, iremos dar início a uma série de postagens e informações sobre outro ORIXÁ muito importante na vida de todos. Estou me referindo ao ORIXÁ OGUM.

ORIXÁ este patrono do ORI do moderador deste BLOG OLHOS DE OXALÁ, que caminha junto com OXAGUIÃN, dando-lhe a condição de ser ORIMEGE. Assim resolvemos postar este pequeno resumo de tudo que já foi postado para relembrar dos assuntos a este tema referidos.

O Candomblé é uma religião originária da África, trazida ao Brasil pelos africanos escravizados na época da colonização brasileira. É o culto dos orixás, de origem totêmica e familiar, é praticada pelo chamado povo do santo. E já toma espaço em outro países como Uruguai, Argentina, Venezuela, Colômbia, Panamá e México. Na Europa: Alemanha, Itália, Portugal e Espanha.

Embora confinado originalmente à população de negros escravizados, proibido pela igreja católica, e criminalizado mesmo por alguns governos, o candomblé prosperou nos quatro séculos, e expandiu de forma considerável desde o fim da escravatura em 1888.

Na cidade de Salvador existem 2.230 terreiros registrados na Federação Baiana de Cultos Afro-brasileiros e catalogado pelo Centro de Estudos Afro-Orientais da UFBA (Universidade Federal da Bahia).

Além disso, muitas pessoas (até 70 milhões, de acordo com algumas organizações culturais Afro-Brasileiras) participam de rituais do candomblé, mas não o tem como sua religião oficial. Como as multidões que lotam as praias na passagem de ano, para homenagear Iemanjá, a orixá (deusa) dos mares e oceanos. Além de religião, podemos considerá-lo como uma grande parte de nossa cultura e folclore.

A Religião

Os negros escravizados no Brasil pertenciam a diversos grupos étnicos, como os Ketu, os Bantu e os Jeje. Como a religião se tornou semi-independente em regiões diferentes do país, entre grupos étnicos diferentes, evoluíram diversas "divisões" denominadas nações, que se distinguem entre si principalmente pelo conjunto de divindades veneradas, o atabaque (música) e a língua sagrada usada nos rituais.

Candomblé é uma religião monoteísta, embora alguns defendam a idéia que são cultuados vários deuses. O Deus único para a Nação Ketu é Olorum, para a Nação Bantu é Nzambi e para a Nação Jeje é Mawu, a maioria dos participantes consideram como sendo o mesmo Deus da Igreja Católica.

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