Follow by Email

quinta-feira, 5 de abril de 2012

MENSAGEM DO DIA

Espero que estejam gostando de fato de nossas postagens referentes ao nosso querido ORIXÁ OGUM

Desta forma, venho partilhar na MENSAGEM DO DIA, uma colaboração muito legal de nossa irmã RENATA DE OGUM, enviada no ORKUT, pelo perfil OLHOS DE OXALÁ ( O BLOG). Espero que como eu gostei muitos possam também gostar. 

Pedro de Ogum
Moderador do BLOG OLHOS DE OXALÁ


AS QUALIDADES DO ORIXÁ OGUM

Amados (as) amigos (as)

Esta postagem fazia parte do antigo corpo do nosso BLOG OLHOS DE OXALÁ, antes de passar pela sua nova estrutura e reavaliação. Foi uma das postagens mais visualizadas e com isso, referente ao tema que estamos abordando este mês, ela faz parte de sua seqüência. 

Com alegria estamos postando novamente AS QUALIDADES DO ORIXÁ OGUM. Espero que nesta nova versão de nosso BLOG ela tenha novamente as mesmas visualizações que teve antes e com maiores sucessos como anteriormente teve. 

AS QUALIDADES DO ORIXÁ OGUM

Dando seguimento aos nossos estudos sobre nosso querido Senhor dos Caminhos, o Orixá OGUM, estamos postando aqui as QUALIDADES deste Orixá, a fim de conhecermos mais sua história dando mais condições de crescimento espiritual a todos nos caminhos de Ogum.

OGUM MEGE


É o mais velho de todos, a raiz dos outros. Ogum completo, velho solteirão rabugento. É o aspecto do orixá que lembra a sua realização em conquistar a sétima aldeia que se chamava Ire (Meje Ire) deixando em seu lugar o seu filho Adahunsi.

OGUM JE AJÁ OU OGUM-JÁ

Um de seus nomes em razão de sua preferência em receber cães como oferendas, um dos seus mitos liga-o a Oxaguiã e Yemanjá quanto a sua origem e como ele ajudou Oxalá e seu reino fazendo ambos um trato. É um Ogum, como indica seu nome, particularmente combativo. Tem temperamento rabugento, solitário, veste-se de verde escuro e usa contas verdes. Dizem que acompanha Ogunté.

OGUM AJAKÁ


O verdadeiro Ogum Guerreiro - sanguinário, quem em princípio se veste de vermelho. Teria sido rei de Oyó e irmão de Xangô. Ajaká é um tipo particularmente agressivo de Ogum, um militar acostumado a dar ordens e a ser obedecido, seco e voluntarioso, irascível e prepotente.

OGUM XOROQUE


Apenas um apelido que Ogum ganhou devido à sua condição extrovertida; soro = falar, ke = mais alto. Usa contas de um azul escuro que se aproxima do roxo. Xoroque é um Ogum que tende a confundir-se com Exú, agitado, instável, suscetível e manhoso.

OGUM MEME


Veste-se igualmente de verde e usa contas verdes, como Ogunjá, mas de uma tonalidade diferente.

OGUM WORI


É um Ogum perigoso, dado à feitiçaria, ligado ao Màriwò, aos antepassados. Tem temperamento difícil, suscetível, autoritário e com espírito dogmático.

OGUM LEBEDE OU ALAGBEDE


É o Ogum dos ferreiros, marido de Iemanjá Ogúnté e pai de Ogum Akoro. Representa o tipo mais velho de Ogum, os trabalhadores conscienciosos, severos, que - não brincam em serviço - ciente de seus deveres como de seus direitos, exigente e rabugento.

OGUM AKORÓ


Filho de Ogum Alagbede. É o irmão de Oxóssi, ligado à floresta, qualidade benéfica de Ogum invocada no pade. Filho de Ogunté, Akoró é um tipo de Ogum jovem e dinâmico, entusiasta, era empreendedor, cheio de iniciativa, protetor seguro, amigo fiel, e muito ligado à mãe.

OGUM ONIRÈ


Filho de Onirè, quando passou a reinar em Ire, Oni = Senhor, Ire = aldeia. Dono do Irê, primeiro filho de Oduduwa. Onirè é um Ogum antigo que desapareceu debaixo da terra. Usa também contas verdes. Guerreiro impulsivo, é o cortador das cabeças, ligado à morte e aos antepassados; orgulhoso, muito impaciente, arrebatado, não pensa antes de agir, mas acalma-se rapidamente.

OGUM OLODE


Epíteto do Orixá destacando a sua condição de chefe dos caçadores, originário de Ketu. Não come galo por ser um animal doméstico. Amigo do mato, dos animais, conhecedor dos caminhos, e é um guia seguro. Seu temperamento solitário assemelha-se ao de Oxóssi. Filho de Ogum Oniré  (veja explicação acima) com Oxum Ypondá.

OGUM POPO


Seria o nome de Ogum quando foi à terra dos Jeje, é um tipo fanático.

OGUM WARIS


Nessa condição o orixá apresenta-se muitas vezes com forças destrutivas e violentas. Segundo os antigos a louvação patakori não lhe cabe, ao invés de agradá-lo ele aborrece-se. Um dos seus mitos narra que ele ficou momentaneamente cego.

OGUM MASSA


Um dos nomes bastante comuns do orixá, segundo os antigos é um aspecto benéfico do orixá quando assim se apresenta.

Desta forma, espero que esta pequena contribuição possa ter sido proveitosa para cada um de vocês que visitaram este BLOG. Não deixe de comentar as postagens daqui ou mandem seus comentários também pelo PERFIL OLHOS DE OXALÁ (O BLOG) no ORKUT.

Axé.

COMIDA DE OGUM - PARTE II - FEIJÃO FRADINHO COM CAMARÃO

Motumbá meus (minhas) irmãos (ãs).

Agradeço de fato as visualizações sobre as postagens que estamos lhes partilhando sobre nosso ORIXÁ OGUM. E percebendo a grande visita na postagem sobre a famosa feijoada de Ogum, aqui postamos mais duas receitas fundamentais das comidas votivas deste ORIXÁ DO FERRO

Feijão fradinho com camarão seco



Ingredientes:

500 g de feijão fradinho
250 g de camarão seco defumado
1 cebola picada
3 colheres de sopa de azeite de dendê
1 xícara de amendoim torrado sem casa
2 colheres de sopa de coentro picado

Modo de preparar:

De véspera, deixe o feijão fradinho de molho em abundante água. No dia seguinte, escorra a água e coloque o feijão em uma panela com água. Cozinhe em fogo baixo até o feijão ficar macio. Escorra e reserve. 

Em outra panela, aqueça o azeite de dendê e refogue a cebola picada. Assim que estiver dourada, coloque os camarões secos (sem cabeça) e refogue mais alguns minutos. 

Adicione o feijão, os amendoins e misture tudo muito bem. Por último, coloque o coentro picado. Sirva frio ao ORIXÁ.

OBS: Devemos nos lembrar que toda a comida para o ORIXÁ, não vai sal. Mas este mesmo prato, servido aos viventes leva algumas pitadas de sal de acordo com o gosto e deve ser servido quente.

MARUWÔ - DENDEZEIRO - PLANTA PREFERIDA DE OGUM


Dendezeiro 


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

O dendezeiro (Elaeis guineensis), também conhecido como palmeira-de-óleo-africana, aabora aavora, palma-de-guiné, palma, dendém (em Angola), palmeira-dendém ou coqueiro-de-dendê, é uma palmeira originária da Costa Ocidental da África (Golfo da Guiné). Seu fruto é conhecido como dendê, e seu óleo como azeite de dendê ou óleo de palma.

Origem

O dendezeiro é encontrado em povoamentos sub-espontâneos desde o Senegal até Angola, foi levado ao Brasil no século XVII, e adaptou-se bem ao clima tropical úmido do litoral baiano. Dela extrai-se o azeite-de-dendê.

A palmeira chega a 15m de altura. Seus frutos são de cor alaranjada, e a semente ocupa totalmente o fruto. Seu rendimento é muito grande, produz 10 vezes mais óleo que a soja, 4 vezes mais que o amendoim e 2 vezes mais que o coco. Da amêndoa do fruto se extrai também um óleo usado em cosmética e na fabricação de chocolate. 

A região Sudeste da Bahia possui uma diversidade edafo-climática excepcional para o cultivo do dendezeiro, com uma disponibilidade de área da ordem de 752.625 hectares, aliada à existência do país de uma demanda insatisfeita da ordem de 500 000 toneladas de óleo de dendê; de importações que se situam entre 100 e 150 mil toneladas, além do aspecto ambiental-ecológico possibilitando a recomposição de espaço florestal em processo adiantado de degradação, por "florestas de cultivo"; econômico-social, proporcionando aumento da renda regional e criação de novos empregos, além de funcionar como vetor de sustentação da própria cacauicultura e finalmente estratégico, buscando através da agricultura integrada, o caminho de desenvolvimento harmonizando os recursos da terra com os valores humanos. 

Plantio

Clima

Os fatores climáticos de maior importância para o cultivo do dendezeiro são: chuva, horas de brilho solar e temperaturas máxima e mínima.

§ Pluviosidade — Uma adequada disponibilidade de água no solo de forma constante é condição extremamente importante para o desenvolvimento e produção. O regime pluviométrico ideal caracteriza-se por uma precipitação média anual de 1800 a 2000 mm, com precipitações mensais sempre superiores a 100 mm, segurando boa distribuição ao longo do ano. 

§ Luminosidade — Altos níveis de radiação solar são indispensáveis para o crescimento e produção.A isolação necessária para a expressão do potencial produtivo do dendezeiro, situa-se em torno de 1800 horas/ano. 

§ Temperatura — Fator importante na determinação do crescimento e produção, sendo observado que as maiores produções são obtidas em regiões com pequenas variações de temperatura e onde a média anual situa-se entre 25 e 27°C e sem ocorrência de temperaturas mínimas abaixo de 19°C por períodos prolongados.

Solo

Embora seja cultivado em diferentes tipos de solos, variações nas propriedades físicas e químicas causam diferentes significativas na produção. Os parâmetros mais importantes são profundidade efetiva de 90 cm, textura franca ou mais argilosa, estrutura forte ou moderada, permeabilidade moderada, relevo plano ou suave ondulado, não pedregoso, sem concreções de ferro, alumínio ou manganês e sem camada adensada, consistência muito friável ou firme e regime de umidade alto. 

Variedades

As variedades são classificadas de acordo com a espessura da casa (endocarpo) em: 

§ Dura - Apresenta casca com mais de 2 mm de espessura e fibras dispersas na polpa. Essa variedade é usada como planta feminina na produção de híbridos comerciais. 

§ Psífera - Os frutos dessa variedade não possuem casca separando a polpa da amêndoa. Ela é usada como fornecedora de pólen na produção de híbridos comerciais. 

§ Tenera - Apresenta espessura de casca inferior a 2 mm e um anel fibroso ao seu redor; é obtida através do cruzamento entre as variedades Duras e Psífera, sendo recomendada para plantios comerciais. 

Formação de mudas

O sucesso de um plantio comercial de dendezeiros comercias depende do material genético utilizado e do processo de formação de mudas, que compreende as seguintes etapas: 

1. Pré-viveiro - tem início com a repicagem da semente pré-germinada para sacos semelhantes aos utilizados para mudas de cacaue tem normalmente a duração de quatro meses, obtendo-se ao final uma muda com quatro folhas lanceoladas. 

2. Viveiro Feito - a céu aberto, localizado preferencialmente próximo a uma fonte abundante de água a fim de facilitar a irrigação. Os sacos plásticos utilizados no viveiro medem 40 x 40 cm com 0,002mm de espessura, com capacidade para 20 a 25 kg de solo de textura leve, areno-argiloso, ou denominado de solo "podzol" pois isso facilita a formação das raízes da plântula. O período de permanência no viveiro varia de 8 a dez meses e as mudas a serem levadas a campo apresentam uma altura de 80 a 120 cm e com 8 a 12 folhas funcionais. 

3. Tratos culturais no viveiro - durante o período de formação das mudas são importantes ainda os tratos culturais: irrigaçãoadubação, eliminação de ervas daninhas e controles de pragas e doenças

Plantio definitivo

§ Escolhas da área - A área para o plantio de dendê deve ser plana ou suave ondulada, com declividade inferior a 8%, que não apresente dificuldade para o uso de máquinas agrícolas.

§ Preparo da área - Em função das características da vegetação (mata virgem, mata raleada, área degradada, plantação velha de dendê ou cultivo anual), da disponibilidade de equipamentos e de sistema de exploração, o preparo da área pode ser manual (broca, derruba, queima, abertura de linhas e pontos de plantio), mecanizado (derruba, queima e enleiramento, ou misto). 

§ Plantio de leguminosa - Com o objetivo de proteger o solo, controlar ervas daninhas e fixar o nitrogênio, recomenda-se o plantio de uma cobertura verde que se estabeleça rapidamente, tenha pouca altura, não afete o sistema radicular do dendezeiro, ciclo vegetativo curto e baixo custo de implantação; neste caso a mais recomendável é o kudzú Pueraria phaseoloides

Espaçamento, coveamento e plantio

Tradicionalmente o dendezeiro é implantado no espaçamento de 9x9x9m em triângulo equilátero o que implica num espaçamento de 7,8m entre linhas e de 9m entre plantas na linha que deve estar orientada no sentido norte-sul para evitar sombreamento entre plantas; desta forma é possível colocar 143 plantas por hectare. 

§ Abertura de covas - Deve ser feita manual e mecanicamente, nas dimensões de 40x40x40cm, separando-se a camada superficial do solo rica em matéria orgânica, para colocar no fundo quando do enchimento da cova. 

§ Plantio de mudas - Deve ser feito em período chuvoso. O coleto (região entre a parte aérea e as raízes), deve ficar ao nível do solo; após o plantio é importante comprimir a terra em volta da planta. 

Tratos culturais no campo

§ Coroamento - Consiste em eliminar as plantas daninhas que crescem em volta do dendezeiro, mantendo limpa a área ao seu redor, evitando competição e proporcionando condições favoráveis ao desenvolvimento.

§ Roçagem - Nos primeiros anos, é necessário eliminar, periodicamente, a vegetação existente nas estrelinhas, visando facilitar o estabelecimento de leguminosas.

§ Adubação - A obtenção de altos rendimentos só é possível com a utilização racional de fertilizante, já que o dendezeiro requer cerca de 192,5 kg de nitrogênio, 26 kg de fósforo, 251,4 de potássio, 61,3 de magnésio e 99,3 de cálcio por ha/ano para o crescimento e produção de 25 toneladas de cachos por hectare/ano. Os métodos usados como guia para recomendação de adubação baseiam-se em:

§ análise de solo - dá uma ideia da disponibilidade de nutrientes no solo; 

§ análise foliar - indica o estado nutricional da planta naquele momento e estabelecem níveis críticos para cada nutriente; 

§ experiências de adubação - através das quais é possível determinar as necessidades exatas para um determinado tipo de solo e sob quais as condições ambientais adequadas. 

§ Controle de pragas - A principal praga do dendezeiro de importância econômica na Bahia é o Rhynchophorus palmarum, cujas larvas alimentam-se dos tecidos da estipe, fazendo galerias que podem provocar uma podridão interna; quando atinge o meristema provoca a morte da planta. 

§ O Rhynchoprus palmarum é o principal vetor do nematóide causador da doença anel vermelho. O controle desta praga é feito com iscas armadilhas (pedaços de estipe do dendezeiro ou toletes de cana-de-açúcar) envenenadas com Furadan 350 SL. 

§ Outras pragas ocorrem de forma esporádica, como a broca das raízes, causada pela Sagalassa valida e lagartas desfoliadoras como Sibine fusca e Brassolis sophoraea. 

§ Controle de doenças - O anel vermelho, causado pela nematóide Rhadinaphelencus cocophilus, é a única doença de importância econômica para o dendezeiro, no estado da Bahia; o inseto transmissor do nematóide é o Rhychoprus palmarum, que conduz o nematóide no intestino, traquéia e nas cavidades do corpo. As medidas de controle do inseto são a única forma de se evitar a incidência da doença. O dendezeiro é suscetível ao toque de outras doenças de importância econômica, especialmente na região amazônica, onde ocorrem: fusariose, causada pelo fungo Fusarium oxysporum merchitez, causada pelo protozoário Phytomonas sp e amarelecimento fatal, cujo agente causal é desconhecido. 

§ Colheita - A colheita é um trabalho muito importante, porque é nesta etapa que se obtêm os resultados de todos os esforços e investimentos com o cultivo. Na execução no trabalho de colheita, devem ser observadas duas etapas importantes: 

§ grau de maturação dos frutos - este fator esta diretamente relacionado com o conteúdo de óleo na polpa e com a qualidade do óleo obtido. O critério mais simples para se identificar o estágio ideal de maturação dos cachos são os frutos soltos que normalmente se encontram no pé da planta, quando o cacho está maduro recomendando-se que esse número não seja superior a 10 frutos; 

§ freqüência de colheita - a maturação dos cachos ao longo de todo o ano, por isso é necessário, que os intervalos de colheita sejam curtos de forma que um cacho que deixou de ser colhido em um ciclo, não esteja excessivamente maduro no seguinte comprometendo a qualidade do óleo a ser obtido.

Produção

Um plantio corretamente conduzido inicia a produção ao final do terceiro ano, com uma produção entre 6 e 8 toneladas de cachos/ha, atingindo o pico máximo de produção no oitavo ano. Pode atingir 25 toneladas de cachos/ha, uma produção que permanece neste nível até o décimo sétimo ano, declinando ligeiramente até o final da sua vida útil produtiva, que ocorre por volta dos vinte e cinco anos. 

Dos frutos do dendezeiro, podem ser extraídos dois tipos de óleos: óleo de polpa, conhecido no Brasil como azeite de dendê e óleo de palmiste. O rendimento em óleo representa 22% do peso dos cachos para o óleo de polpa e 3% para o óleo de palmiste.

De acordo como o site alemão Salve a Selva (no original, www.regenwald.org; "Regenwald" é a palavra em alemão para "floresta húmida"), contrário ao consumo do óleo de dendê, nos últimos anos surgiu um debate crítico acerca da promoção da produção industrial do óleo de dendê, sobretudo por causa dos desflorestamentos nas zonas tropicais para a cultivação em monoculturas que serve não só para o uso nas indústrias alimentícia e cosmética mas também para a produção do assim chamado biodiesel



Hoje em dia, o óleo de dendê encontra-se em quase todas as comidas preparadas (entre outras em pizzas congeladas e batatas fritas), margarinasorvete, biscoitos, barras de chocolate e barrinhas de cereais. Mas também vários produtos químicos como detergentes, sabonete, velas e produtos cosméticos como cremas e batons contêm óleo de dendê. 

Curiosidades 

Nas religiões tradicionais africanas, no candomblé, no Culto de Ifá é uma árvore sagrada, o coco do dendê é usado em um dos oráculos de Ifá

O azeite-de-dendê extraído das suas sementes é utilizado largamente na culinária baiana, indispensável na confecção do acarajé.