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quinta-feira, 29 de março de 2012

MEDITANDO COM TETE

Motumbá queridos (as) amigos (as) do BLOG OLHOS DE OXALÁ

É uma alegria aos meus olhos humanos ver a participação dos seguidores deste BLOG se manifestando. 

As vezes, ainda sou pego tentando descobrir o que falta neste BLOG para que os seguidores ou todos aqueles que venham apenas visitá-lo se manifestem postando algum tipo de comentário em qualquer das postagens aqui colocadas.  

Não vou negar que hoje em dia essa situação tem diminuído muito devido as participações que estão acontecendo pelo perfil OLHOS DE OXALÁ ( O BLOG), na rede de relacionamentos chamada ORKUT. Pois de alguma forma as pessoas se manifestam. 

Mas não posso negar que postando aqui, fica mais fácil de ser analisado o ponto de vista de cada um sobre uma determinada postagem. Por isso ainda peço que comecem a deixar aqui seus comentários também. Lembrando que abaixo de cada postagem você ainda pode votar se a mensagem é boa, agradável ou interessante. 

Mas hoje partilho com todos vocês mais um texto meditativo muito bacana de nossa amiga TETE. Espero que como eu, gostem também destas pequenas palavras que nos levam a pensar muito nas decisões da vida que muitas vezes somos obrigados a tomar para seguir adiante. 



Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Até que chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto. Andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma velha bomba d'água, bem enferrujada. Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar. Nada aconteceu!

Desapontado, caiu prostrado para trás. E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia: "Meu amigo, você precisa primeiro preparar a bomba derramando sobre ela toda água desta garrafa. Depois faça o favor de enchê-la outra vez antes de partir, para o próximo viajante".

O homem arrancou a rolha da garrafa, e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia d'água! De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, e ela não funcionasse morreria de sede.

O que fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou, beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem? Com relutância o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear ... E a bomba pôs a ranger e chiar sem fim. E nada aconteceu!

A bomba foi rangendo e chiando. Então, surgiu um fiozinho de água, depois, um pequeno fluxo, e, finalmente, a água jorrou com abundância! Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante. Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota:

"Creia-me, funciona. Você precisa despejar fora a água velha para poder beber da água fresca".

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