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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

COLETÂNEA FILHOS DE OXÓSSI - PAI KABILA DE OXÓSSI



Wladimir de Carvalho, o Pai Kabiladeji de Oxóssi, (São Paulo, 7 de julho de 1950) é um babalorixá do Candomblé de São Paulo, pertence ao Axé da Casa de Oxumare, Salvador, Bahia que, segundo os historiadores, possui mais de dois séculos de existência. Filho-de-santo da Iyalorixá Mãe Nilzete de Iemanjá e neto de santo de Mãe Menininha do Gantois.


História

Nasceu em São Paulo no dia 07 de Julho de 1957, recebendo o nome de batismo de Wladimir de Carvalho, neto de imigrantes italianos e portugueses recebeu educação religiosa Católica até seus doze anos de vida, pois desde os seus seis anos de idade Pai Kabila, já começou a sentir o dom da espiritualidade que veio em forma de alteração em sua saúde, não havendo na época remédio que pudesse resolver seu problema. Sua mãe, muito católica relutou em levá-lo para uma benzedeira para olhar o problema, onde foi detectado seu dom espiritual.

Esta senhora que era conhecida por todos do bairro de Vila Isabel em Osasco, São Paulo, era iniciada na religião do Candomblé de Angola e era filha do Orixá Xangô, tinha sua dijína de Oba Tunké, foi ela que levou Pai Kabila pela primeira vez em uma casa de Candomblé em uma festa para crianças (Ibeji) no mês de setembro, onde Pai Kabila se sentiu muito mal e desmaiou (bolar no santo) como se dizia na época.

Assim Dona Lindaura (Obatunke) falou para a mãe de Pai Kabila a Senhora Dona Yolanda que ele tinha dom espiritual e que era preciso iniciá-lo na religião do Candomblé; Dona Iolanda desconhecendo a religião logo foi dizendo um “não”; não quero meu filho envolvido nessas coisas de macumba. Assim Pai Kabila continuou sofrendo por mais um ano com sua doença, vendo que remédios não faziam o menor efeito para a cura de Pai Kabila, ela então resolveu encaminhá-lo para que se pudesse fazer então a iniciação no Candomblé para que ele pudesse ser curado.

Sendo assim, aos treze anos de idade Pai Kabila foi levado para uma casa de Candomblé na cidade de Osasco no Bairro do Jardim Oriental e foi iniciado pela Iyalorixá Sambauê de Oxum, filha do saudoso Pai Olegário de Omolú do Recife, de raiz do sítio do Pátio do terço da nação de Angola, sua iniciação se deu para o mundo do Candomblé no dia 19 de fevereiro de 1970, onde recebeu dijína de Kabiladegy, que com o passar do tempo passou a ser chamado por Pai Kabila.

Como tinha que ser e já estava escrito em seu destino Pai Kabila com uma vidência anormal começou a desenvolver o seu dom, falando para as pessoas o que via e sentia até que se manifestou seu caboclo “Pena Verde”, com quem começou a atender o público no ano de 1974, todas as, quinta-feira e sábados, a fila de pessoas querendo se consultar com o caboclo Pena Verde era enorme, e era feita em sua casa, pois não existia um local específico para o atendimento do grande público, e não podia ser diferente, pois Pai Kabila ainda era muito novo na religião do Candomblé e não jogava Búzios, pois esse ritual somente pode ser realizado por Babalorixás ou Iyalorixás, “pessoas com mais de sete anos de iniciados”.

COLETÂNEA FILHOS DE OXÓSSI - CAMAFEU DE OXÓSSI



Ápio Patrocínio da Conceição mais conhecido como Camafeu de Oxóssi - (Salvador, 4 de outubro de 1915 - 1994), filho de Faustino José do Patrocínio e Maria Firmina da Conceição, nasceu no bairro do Gravatá, em Salvador, Bahia. 

Mestre de capoeira, foi presidente do Afoxé Filhos de Gandhi no período de (1976 a 1982) e Obá de Xangô, Osi Obá Aresá no terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, ao lado de Carybé, Dorival Caymmi e Jorge Amado, tinha três barracas no Mercado Modelo, ganhou o restaurante de presente do então prefeito Antônio Carlos Magalhães.


História do apelido

Uma História Oral do povo de Candomblé e de Salvador: "Um camafeu era e ainda é uma jóia usada pelas senhoras da sociedade para prender a gola de seus vestidos. Geralmente esse broche tinha como principal atrativo uma figura em relevo do rosto de uma senhora ou do seu esposo. Havia um comerciante que se chamava Ápio, que era filho-de-santo do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, e era de Oxóssi, no sincretismo religioso o orixá da caça, da mata e da fartura. Era então conhecido como tal. Um dia passeando com amigos pelo Pelourinho, tropeçou e quando caiu viu um broche lindo, o tal camafeu. Gostou tanto que os amigos o apelidaram de Camafeu de Oxóssi e assim surgiu o nome do seu restaurante o bom e agradável Camafeu de Oxóssi, cozinha típica e internacional, hoje de outro comerciante, mas mantendo sempre a tradição baiana."

Quando Camafeu de Oxossi morreu em 1994 no seu enterro estavam presentes Mestres de Capoeira, muitos babalorixás e iyalorixás do Candomblé, ele era Obá de Xangô do Ilê Axé Opô Afonjá, cargo honorífico dado a pessoas especiais. Entre os babalorixás presentes estava Luís da Muriçoca cantando cantigas fúnebres em yorubá.

COLETÂNEA FILHOS DE OXÓSSI - MÃE STELLA DE OXÓSSI


Maria Stella de Azevedo Santos - Iya Odé Kayode - nasceu no dia 2 de maio de 1925, na Ladeira do Ferrão, no Pelourinho, na cidade de Salvador. Seus pais se chamavam Thomazia de Azevedo e Esmeraldino Antino dos Santos. Como ficou órfã bem cedo, ela foi adotada por uma irmã de sua mãe (Archanjá de Azevedo), que era casada com José Carlos Fernandes, um abastado tabelião, proprietário de um cartório na Bahia. Formada em enfermagem, pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal da Bahia, com especialização em Saúde Pública, Stella exerceu a profissão durante trinta anos.

Ela foi iniciada no candomblé por Mãe Senhora, em setembro de 1939, quando tinha apenas catorze anos. Mãe Senhora foi a mãe religiosa de Mãe Stella e esta lhe acompanhou durante décadas, na casa-de-santo Ilê Axé Opô Afonjá, até 1967, ano em que a ialorixá faleceu. Ondina Valéria Pimentel (Mãezinha) assumiu, então, o Opô Afonjá e, um ano após sua morte (em 1976), Stella foi escolhida por Xangô e pelos búzios para ser a ialorixá do terreiro de São Gonçalo do Retiro. Nessa época, ela tinha quarenta e nove anos e havia se aposentado como enfermeira.

O terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, por sua vez, teve seu início com Mãe Aninha, que instaurou no Brasil a tradição dos doze Ministros de Xangô, osobás, seis à mão direita e seis à mão esquerda; cada obá com dois substitutos, o otum e o ossi. Após a morte de Mãe Aninha, Mãe Senhora (Dona Maria Bibiana do Espírito Santo) assumiu a direção do Axé, dando-lhe muito prestígio.

Mãe Stella viajou várias vezes para a África, visando aprofundar os conhecimentos sobre a cultura iorubá (que é, basicamente, oral), e conseguiu transformá-la em uma herança escrita. Isto possibilitou uma maior divulgação dos cultos africanos e da religião dos orixás, em todo o país. Na década de 1980, ela participou de vários congressos nacionais e internacionais sobre os cultos afro-brasileiros, escreveu artigos, foi entrevistada por jornais e revistas, deu conferências, e publicou dois livros - o primeiro deles, em co-autoria com Cléo Martins, sua filha, que se intitula. E daí aconteceu o encanto; e, o segundo, Meu tempo é agora. Stella foi a primeira ialorixá a escrever livros e artigos sobre sua religião. Ela combateu, ainda, o sincretismo entre o candomblé e o catolicismo, ressaltando que a fusão de elementos culturais distintos descaracterizava as duas religiões, e pre ju dicava a religião dos oprimidos.

Neste sentido, ela declarou:

O que nós pregamos, sempre, é o respeito mútuo. O importante é que não existam agressões. O entrosamento não tem muita importância porque são religiões paralelas. O importante, eu volto a afirmar, é que exista o respeito. Existem pessoas que freqüentam o terreiro e que vão à igreja, e isso é normal. Quando falei da questão do sincretismo, me referia ao fato de não se misturar as obrigações. Como, por exemplo, fazer sua obrigação para o orixá e ir à igreja porque sincretizou o orixá com um santo. Não sou contra a Igreja Católica e, sim, contra o sincretismo. A nossa maior preocupação é que o ser humano se sinta bem, se realize. Se isso acontece freqüentando as duas crenças, melhor para ele.

As atividades religiosas do Ilê Axé Opô Afonjá iniciam em setembro, começando com as Águas de Oxalá, e se estendem até a doação de presentes para Oxum e Iemanjá, ocasião em que as pessoas-de-santo depositam as oferendas no mar. Durante o culto, no terreiro, é revivido um ritual: o orixá que habita o iniciado no momento do transe se materializa e penetra no corpo dos participantes, através dos ritos de possessão. Neste sentido, Stella declara:

Quem pratica e crê, presencia e sente. A fé abarca a pessoa em sua totalidade. Não se chega a ela pelo intelecto. Também ao Orixá só se chega pelo coração... Nós não escolhemos o Orixá. é ele quem nos escolhe, o mesmo acontecendo, creio eu, em todos os tipos de sacerdócio e em todas as religiões. O importante é que o amor toma conta de nossas vidas.

Ao se identificar com o orixá, segundo a filosofia africana (na qual o candomblé se baseia), o iniciado ganhará uma nova identidade e, em decorrência disso, transformar-se-á noutra pessoa, com nome e comportamentos diferentes, tudo isso para ser ela mesma. Os orixás, que são entidades transcendentais, se comunicam com os fiéis por meio da mãe-de-santo. Tudo o que for feito no espaço sagrado do candomblé representa uma parte importante dos rituais: cozinhar para o santo, receber o santo, cuidar dos animais, dar banho em cabras e bodes, ou cuidar das oferendas. 

A mãe-de-santo é a líder religiosa, cultural e social da comunidade, aquela que transmite conhecimentos aos seus auxiliares, dirige os cultos, garante a correção dos ritos, consagra sacerdotisas e sacerdotes, e possui autoridade suprema e absoluta para exercer qualquer função dentro do terreiro, tais como substituir o sacrificador, colher plantas sagradas ou consultar o oráculo.

Em 1981, Maria Stella criou o Museu Ohun Lailai, auxiliada pela psicóloga Vera Felicidade de Almeida Campos. Trata-se do primeiro museu aberto em uma casa de candomblé. Nele, entre tantos objetos, é possível se apreciar a roupa que ela colocou, quando assumiu o Opô Afonjá; vestimentas de ex-mães-de-santo; cadeiras e ferramentas usadas por orixás; antigas panelas utilizadas por filhas-de-santo para preparar comidas saborosas; uma pedra na qual se ralava milho (para se fazer pamonha, canjica, e outros pratos); folhas sagradas com seus nomes em iorubá; e atabaques. Em uma das salas do museu é possível observar, inclusive, as lembranças que são oferecidas aos orixás.

Em homenagem aos sessenta anos de iniciação de Mãe Stella, oInstituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em novembro de 1999, através do Ministério da Cul tu ra, tombou o Ilê Axé Opô Afonjá, declarando-o patrimônio cultural brasileiro.

Sacerdotisa de vanguarda, Mãe Stella é respeitada por suas idéias no País e no exterior, sendo uma referência em termos de diálogo inter-cultural e inter-religioso. Como defensora da cultura negra e cidadã do mundo, elarecebeu vários prêmios, homenagens e condecorações, dentre os quais o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia (ao completar oitenta anos), o troféu Esso para escritores negros, a comenda Maria Quitéria, o troféu Clementina de Jesus, a comenda da Ordem do Cavaleiro (pelo Governo do Estado da Bahia), e a comenda do Mérito Cultural (pela Presidência da República). Na Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), contra o racismo e a intolerância, ocorrida em Durban, em agosto de 2001, ela foi uma das mais fortes lideranças brasileiras. Em 2001, na condição de fomentadora de cultura, ganhou ainda o prêmio jornalístico Estadão.

Mãe Stella de Oxossi foi uma das primeiras vozes do candomblé a condenar o sincretismo, um sistema que associa as divindades africanas aos santos católicos, confundindo santos e orixás, ritos de candomblé e ritos cristãos, em decorrência da proibição dos cultos dos orixás, por parte dos colonizadores portugueses. Ela afirma que Iansã não é Santa Bárbara, recusa a idéia de que o candomblé é uma seita sincrética, e declara que ele possui parâmetros de iniciação e liturgia próprios, defendendo sua condição de religião brasileira. A religiosa tem lutado, também, pela democratização cultural, combatendo a discriminação dos negros, das mulheres, entre outras camadas sociais marginalizadas.

No que diz respeito ao candomblé, ela Stella declara:

Nós conseguimos impor a crença trazida pelos escravos, pelo respeito humano que sempre guiou nossas ações. Por isso, hoje, brancos e negros, pobres e ricos se unem aqui em busca de paz e equilíbrio. Somos a tradição e o novo.

Artistas de renome, a exemplo do compositor Dorival Caymmi, do pintor Caribé e do falecido escritor Jorge Amado, entre tantas personalidades ilustres, foram ou ainda são membros do Opô Afonjá e sempre reverenciaram Mãe Stella. Mãe Menininha do Gantois era, também, sua amiga e admiradora.

“Baluarte de sua fé, profundamente enraizada na tradição religiosa, consistente e disciplinada, Mãe Stella mudou a percepção que o negro iniciado tinha dele próprio, mudou a maneira de se perceber o candomblé, mostrou que não éramos uma ilha, conseguindo, assim, através da estruturação de atitudes de aceitação do que se é, do que se tem, do que se faz, transformar um terreiro de candomblé em um pólo de individualidade cultural, conseguindo também – sem nem pensar nisto, mas é o resíduo estruturado, constituir-se em um marco: candomblé, religião africana no Brasil, já tem um nítido parâmetro cultural/social: antes e depois de Mãe Stella” (CAMPOS, 2000).

Em suma, foi através de Mãe Stella de Oxossi que o candomblé se tornou uma religião respeitada e adaptada à realidade do País. Ela tornou possível uma síntese entre cultos, crenças e ritos, oriundos de diversas etnias africanas, e colocou em evidência a importante tradição dos antepassados na vida das pessoas. Por meio de sua força, ternura, carisma e competência, a ialorixá sedimentou a religião dos afro-descendentes, defendendo a concepção de que os negros precisam ser considerados elementos relevantes da sociedade brasileira, assim como agentes ativos, de uma história que está, permanentemente, em processo de edificação.

COLETÂNEA FILHOS DE OXÓSSI - ARITANA DE OXÓSSI, UM EXEMPLO DE VIDA

A COLETÂNEA FILHOS DE OXÓSSI, é mais uma fonte de conhecimento. Pois através dela vamos de fato visualizar através dos EXEMPLOS de vida,  destas grandes personagens da história de nosso CANDOMBLÉ ou até da UMBANDA SAGRADA, fortes inspirações para que possamos nos espelhar e ser mais canais de força para levar o AXÉ a todos que de fato precisam.

Vamos conhecer um pouco de sua história:

Ex-evangélico, o médium Aritana de Oxóssi disse ter recebido o chamado do "Índio" para fazer trabalhos que envolvem previsão e prevenção para problemas espirituais. 

Embora não tenha revelado quais são seus clientes, o consultor espiritual afirma ter alertado Kelly Cyclone sobre os perigos que corria poucos dias antes de sua morte, além de achar que o problema que envolveu a banda New Hit poderia ser evitado. “Foi em um dia em que ele [o dono da banda, Jorge Sacramento] não estava com a banda, pois pelo que eu conheço dele, ele é muito rígido”, relata Aritana, que disse ter certeza sobre o vencedor da eleição pela prefeitura de Salvador e alerta que a magia negra no Esporte Clube Bahia foi responsável pelo baixo rendimento do clube em campo nos últimos anos. 

“Há muitos anos o Bahia já teve um chamado embaixo do pé de templo de magia negra. Com isso se o Bahia ganhar hoje amanhã perde”. O médium disse não frequentar mais festas de candomblé porque muitas pessoas lhe pedem para tirar foto para se promover em cima de sua imagem, mas não vê contradição em frequentar igreja evangélica e diz que os orixás estão hierarquicamente abaixo de Deus. “Os evangélicos têm um carinho incrível por mim”, garante.

Não é a toa que muitas vezes não sabemos como ajudar a quem precisa. Achamos que não temos saída e que até a sociedade que nos rodeia não muda nunca. Mas... se nunca tirarmos de nosso olhar, o medo que nos assola, nunca iremos fazer nada e com isso nossa religiosidade fica cada vez mais guardada no bolso. 

Tomemos por exemplo deste homem que fez de seu exemplo de vida um verdadeiro mudar e botar a religiosidade em prática.


OLHOS DE OXALÁ - PALAVRAS DE PEDRO DE OGUM

Motumbá a quem é de motumbá, Meu Kolofé a quem é de Kolofé e meus mais respeitosos Saravás, a quem é de Saravá. Bom dia.

Com grande alegria aqui estou novamente chegando até você, para agradecer toda a alegria que tenho recebido ao entrar aqui no BLOG OLHOS DE OXALÁ, para verificar as estatísticas de visualizações deste instrumento de comunicação virtual. 

Um instrumento que com apenas OITO MESES de vida. Já tem alcançado a muitos e cada dia que passa me surpreendo mais com as histórias que chegam ao meu conhecimento de alguns amigos pessoais e até seguidores parabenizando este trabalho. Poder lembrar de tudo que já passei para manter este BLOG no ar. Criticas e até uma sugestão de uma antiga dita zeladora que para não prejudicar o BLOG do filho que era da mesma linha de trabalho, o BLOG OLHOS DE OXALÁ fosse tirado do ar. Ai de mim se o fizesse, estaria cego.

E de fato, esta família que se reúne em qualquer horário do dia ou da noite para verificar cada postagem nova, ou até mesmo as antigas, é o meu motivo maior de continuar com ele sempre. Buscando cada vez mais melhorar no que for necessário.

Finalizamos no dia de ontem as postagens referentes à COLETÂNEA OXÓSSI NA UMBANDA, onde nos aprofundamos nas questões dos CABOCLOS e dos BOIADEIROS DE OXÓSSI. Muito bem visualizados e para minha surpresa compartilhados por alguns membros do BLOG em questão, tanto no FACEBOOK, como no ORKUT e para minha surpresa o número de compartilhamentos no GOOGLE+ de fato meu surpreendeu. 

Isto antes de mais nada agradeço a Deus por estar acontecendo. Em segundo lugar a OXÓSSI, foco central desta nova reformulação. Agradeço a todas as ENTIDADES por estarem de fato abrindo caminhos. Mas nunca esquecer de OGUM e de OXAGUIÃN, que estão no meu ORI fazendo toda a diferença. 

Então que as próximas postagens, sejam como estas de fato inspirações de conhecimento e aprendizado mutuo. Um grande abraço a todos. 

Pedro Manuel T'Ogum.