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domingo, 10 de março de 2013

COLETÂNEA PROTESTO - A MANIFESTAÇÃO NO RIO DE JANEIRO

Protesto contra Marco Feliciano reúne 400 no Rio 

Militantes de direitos humanos, movimentos gays e grupos de combate à intolerância religiosa lideraram protesto contra a eleição do pastor.



Militantes de direitos humanos, movimentos gays e grupos de combate à intolerância religiosa lideraram protesto contra a eleição do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. A manifestação reuniu cerca de 400 pessoas na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro. "Não somos minorias", "Sou bi, sou normal", "A diversidade é humana", "Não acredito em um Deus que exclui", diziam algumas faixas e cartazes. Outros manifestantes pediram a saída do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

A manifestação foi organizada por internautas nas redes sociais. Muitos deles se conheceram pessoalmente na hora do protesto, como a produtora cultural Beatriz Pimentel e o estudante Fabrício Silva. "Sou evangélica, da Primeira Igreja Batista do Recreio, e não me sinto representada pelo Feliciano nem pelo Silas Malafaia nem por muitos outros desses pastores midiáticos" disse Beatriz. "Esta é a primeira de muitas manifestações. A gente não vai deixar esse cara lá de jeito nenhum", afirmou Fabrício, que anunciou a realização de novo protesto no próximo sábado, no Posto 5, na praia de Copacabana. 

FONTE: http://exame.abril.com.br

COLETÂNEA PROTESTO - PROTESTOS EM FORTALEZA

OLET09/03/2013 20h22 - Atualizado em 09/03/2013 20h24 

Grupo protesta contra deputado federal Marco Feliciano em Fortaleza Pelo PSC, pastor foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos.

Manifestantes caminharam pela Avenida Beira-Mar na tarde deste sábado.


Um grupo com cartazes e faixas participou de um ato na tarde deste sábado (9) em Fortaleza para protestar contra a eleição do deputado Partor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. O ato de repúdio à nomeação do deputado teve concentração, às 14 horas, no aterro da Praia de Iracema e seguiu até o Jardim Japonês, no Meireles. 

Os participantes do protesto em Fortaleza também pediram a saída de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado. Renan é investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo suposto uso de notas fiscais frias para justificar, em 2007, que tinha renda para pagar a pensão de uma filha.


Manifestantes caminharam pela Avenida Beira-Mar na tarde deste sábado. (Foto: Pedro Marques/Arquivo Pessoal)

De acordo com um dos organizadores do evento, Michell Barros, cerca de 400 pessoas estiveram presentes no protesto. O estudante de teatro criou o evento nas redes sociais. "Eu vi o exemplo do pessoal de São Paulo e resolvi criar a página e convidar a pessoas em Fortaleza". Na página do ato, 2.865 pessoas haviam confirmado presença. 

Em todo Brasil, milhares de pessoas saíram às ruas na tarde deste sábado (9) em várias cidades. Em São Paulo, a concentração foi entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, na região central de São Paulo. Já em Vitória, no Espírito Santo, mais de 200 pessoas se reuniram na Praça do Papa para protestar contra a nomeação do novo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

FONTE: http://g1.globo.com/ceara/noticia/2013/03/grupo-protesta-contra-deputado-federal-marco-feliciano-em-fortaleza.html

COLETÂNEA PROTESTO - ELEIÇÃO CRITICADA

Eleição criticada

A escolha de Feliciano para presidir a comissão gerou protestos de entidades de direitos humanos e de parlamentares. O deputado é alvo de dois processos no Supremo Tribunal Federal: um inqúerito que o acusa de homofobia e uma ação penal na qual é denunciado por estelionato. A defesa do parlamentar nega as duas acusações.

Pastor da igreja Assembleia de Deus, Feliciano causou polêmica em 2011 por causa de mensagens publicadas no Twitter. "Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome... Etc.", escreveu na época. Ele também publicou que "a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime e à rejeição." 


Para Rafael Moreira, diretor da Federação, que organizou o protesto em Brasília, Feliciano não pode presidir comissão que atende direitos de minorias. "Você quer uma pessoa dessas para atender o meu interesse ou dos LGBT? Se ele permanecer na presidência da comissão, a gente vai provar que a comissão é do povo, não dele. Como a gente dá um voto de confiança a um cara que ataca negros, gays e ligados às religiões de matrizes africanas?", disse Moreira.


COLETÂNEA PROTESTO - GRUPOS PROTESTAM PELO PAÍS

Grupos protestam pelo país contra deputado federal Marco Feliciano Pelo PSC, pastor foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos.

Presidente do Senado, Renan Calheiros também foi alvo dos protestos.


Manifestantes de São Paulo protestam contra a permanência do deputado Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara (Foto: Cris Faga/Estadão Conteúdo)

Milhares de pessoas saíram às ruas na tarde deste sábado (9) em várias cidades do Brasil para protestar contra a eleição do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Em São Paulo, a concentração foi marcada para as 14h na esquina entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, na região central de São Paulo. Munidos de cartazes, os manifestantes caminham pela Rua da Consolação, ocupando faixas da rua no sentido centro.

Em Brasília, o protesto também pediu a saída de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado. A manifestação na capital do país começou na Rodoviária do Plano Piloto, organizada em redes sociais por membros do movimento LGBT e da Federação Umbanda e Candomblé de Brasília e Entorno. Os manifestantes chegaram a interditar quatro faixas do Eixo Monumental.


O senador Renan Calheiros foi lembrado também pelos manifestantes que tomaram as ruas do centro de Curitiba (PR), neste sábado.


Renan é investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo suposto uso de notas fiscais frias para justificar, em 2007, que tinha renda para pagar a pensão de uma filha. 

O senador apresentou as notas, referentes a suposta venda de bois, para se defender da suspeita de que a pensão era paga por um lobista de uma empreiteira. O escândalo levou à renúncia do peemedebista do comando do Senado em 2007. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou denúncia ao STF contra Calheiros.


Grupo do Espírito Santo protesta contra decisão dos deputados da Comissão de Direitos Humanos (Foto: Aubrey Effgen/VC no ESTV)

Já em Vitória (ES), mais de 200 pessoas se reuniram na Praça do Papa para protestar contra a nomeação do novo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

De acordo com o organizador do evento no Espírito Santo, Guilherme Rebelo, a mobilização é nacional e começou pelas redes sociais. “O pastor não é a pessoa mais indicada para reivindicar o direitos humanos, ele é um dos primeiros a fazer discursos homofóbicos e racistas. Queremos sensibilizar a pessoas que desconhecem esse fato”, explicou Rebelo. 

O organizador disse ainda que o grupo vai sair em caminhada até a Assembleia Legislativa com cartazes. A ideia é enviar uma nota de repúdio pela nomeação do parlamentar à Comissão de Direitos Humanos do Espírito Santo para que chegue a Câmara dos Deputados em Brasília.

COLETÂNEA PROTESTO - PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS

Pastor é eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara 


Marco Feliciano (PSC-SP), acusado de ser homofóbico e racista, recebeu onze votos; diversos parlamentares abandonaram a sessão em protesto.

BRASÍLIA - O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), pastor da Assembleia de Deus, foi eleito nesta quinta-feira, 7, o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Onze membros da comissão votaram em seu nome e um votou em branco. Em represália ao nome de Feliciano, parlamentares do PT e do PSOL deixaram o plenário da comissão, negando-se a votar no candidato único. 

O ex-presidente da comissão, Domingos Dutra (PT-MA), renunciou ao cargo momentos antes do início da votação que elegeu Feliciano. "Não posso concordar que a minha gestão termine com a população impedida de entrar aqui. Por isso encerro meus trabalhos aqui e renuncio", disse, com a voz embargada. Para conduzir o processo de votação, foi designado o deputado Costa Ferreira (PSC-MA), parlamentar mais antigo da comissão. 

A eleição do novo presidente do colegiado estava inicialmente marcada para quarta-feira, 6, mas foi adiada após manifestações de ativistas que entraram na sala da comissão. Por ordem do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), a escolha do presidente da comissão deveria ocorrer a portas fechadas e integrantes de movimentos sociais foram impedidos de entrar. Foram montadas barreiras de seguranças no corredor das comissões impedindo que os manifestantes chegassem próximo às salas. 

Ao final da sessão de quarta, Feliciano disse que seus "direitos como ser humano" haviam sido "tolhidos". Afirmou também que chegou a "apanhar" dos manifestantes e "levar arranhões" em meio à confusão instalada na sala da comissão. "Xingaram a minha família, a minha mãe. Mas meu espírito cristão não me permite revidar", afirmou. 

A eleição do pastor para o cargo foi possível porque PMDB, PSDB e PT cederam suas vagas na comissão para o PSC, partido do deputado. Além disso, a maioria dos titulares da comissão são evangélicos que apoiam Feliciano. "Aqui sou magistrado", disse o pastor, ao negar novamente ser homofóbico e racista e garantir que vai conduzir os trabalhos da comissão com isenção. 

"O fato dele defender determinadas bandeiras não significa que ele vai trabalhar de forma tendenciosa à frente da comissão", afirmou o líder do PSC, André Moura. 

'Fase obscura'. Em 2011, Feliciano escreveu em sua página no Twitter que o amor entre pessoas do mesmo sexo leva "ao ódio, ao crime e à rejeição" e que descendentes de africanos são "amaldiçoados". 

Ex-secretário de Direitos Humanos no governo Lula, o deputado Nilmário Miranda (PT-MG) admitiu o desconforto: "Em 18 anos, nunca vi uma situação dessas. Não tenho condições de votar nele". "As declarações que ele fez conflitam com o trabalho desta comissão", observou o petista. 

O deputado Jean Wyllys (PSOL-SP) afirmou ser “assustador” que o pastor assuma o órgão. “Ele é confessadamente homofóbico e fez declarações racistas sobre os africanos”, disse. Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), ex-vice-presidente da comissão, a escolha do pastor marca uma fase “obscura” do colegiado. Segundo a parlamentar, a conduta de Feliciano atenta contra “os princípios básicos dos direitos humanos”

'Papai do Céu'. Entre os projetos de lei apresentados por Feliciano, há um que institui o programa “Papai do Céu na Escola” na rede pública de ensino e outro que pretende sustar a decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu como entidade familiar a união entre pessoas do mesmo sexo. Ele propôs ainda um projeto de lei para punir quem sacrifica animais em rituais religiosos, prática adotada em algumas cerimônias do candomblé. 

Feliciano afirma que a comissão se tornou um espaço de defesa de “privilégios” de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais e defende “maior equilíbrio”. Ele diz ter feito um cálculo: 90% do tempo da última gestão da comissão foi dedicado a assuntos relacionados à comunidade LGBT, deixando “em segundo plano” outras minorias como índios, quilombolas e “crianças”

O pastor diz que sua religião “o gabarita” para fazer um bom trabalho à frente do órgão. “Se tem alguém que entende o que é direito das minorias e que já sofreu na pele o preconceito e a perseguição é o PSC, o cristianismo foi a religião que mais sofreu até hoje na Terra”, disse. 

FONTE: http://www.estadao.com.br

COLETÂNEA PROTESTO - PEDRO MANUEL T' OGUM

Motumbá para quem é de Motumbá, Kolofé para quem é de Kolofé, Saravá para quem é de Saravá e tantas outras saudações a todos os outros irmãos de outras NAÇÕES, TRIBOS E REDE SOCIAIS.


O motivo que me trouxe hoje aqui é de fato minha total indignação de como hoje em dia as coisas na visão de nossa politica tem sido tão manipulada e usurpada por pessoas que tentam tentam fazer de nosso País, que tem tudo para ser de PRIMEIRO MUNDO, voltar aos tempos pre-históricos ou ainda do tempo da INQUISIÇÃO.

Sabemos que somos parte de um PAÍS LAICO. Um PAÍS, que abraça todas as RAÇAS, CREDOS, RELIGIÕES E OPÇÕES SEXUAIS, que até isso tem sido mudado passando para CONDIÇÃO SEXUAL. É como se estivéssemos perdendo nosso lugar de LIBERDADE, deixando de lado até a famosa expressão carimbada com muito orgulho em nossa BANDEIRA: ORDEM E PROGRESSO.

ORDEM que virou DESORDEM e PROGRESSO que ta virando RETROCESSO.

Estamos hoje, nos somando a inumeras pessoas, tribos, raças, credos e outros artigos que forem bem cabíveis no momento, para nos consolidar ainda mais contra a ELEIÇÃO de MARCOS FELICIANO, como PRESIDENTE DA COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS, aqui do BRASIL.

Uma pessoa que acusada por HOMOFOBIA, RACISMO, receber votos para PRESIDIR uma comissão que tem por foco central e objetivo real, LUTAR A FAVOR DE TUDO QUE ENVOLVE os ditos DIRETOS HUMANOS.

Mas enfim, para entender melhor o assunto que gira sobre isto, vamos acompanhar as postagens seguintes e não deixe de participar, comentando sobre o ASSUNTO, pois chegou a hora do BLOG OLHOS DE OXALÁ, deixar de ser uma ESCOLA mas ser uma VIVENCIA, UMA COMUNIDADE DE FATO QUE LUTARÁ TAMBÉM PELOS NOSSOS DIREITOS DE SER HUMANO E DE NOSSA RELIGIOSIDADE, seja ela qual for.

Pedro Manuel T' Ogum.